BAD CINEMA em Coimbra


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MATE Festival 2026

BAD CINEMA é um projeto transdisciplinar do artista Sama, que se apresenta para o grande público no âmbito do Festival MATE em Coimbra. Nesta ação artística híbrida, que é apresentada em variados suportes, vídeos, pinturas, desenhos, música e spoken word, indentificámos referências nas produções dos“B Movie”, filmes de baixo orçamento, oriundos principalmente dos anos 70 e 80 do século XX, que abarcavam géneros diversos como, ficção científica, horror, artes-marciais e subgéneros como, sexploitation, giallo etc… Filmes, muitos deles assistidos em reprises na televisão, que outrora influenciaram o artista, e que, de um certo modo distorcido, e às vezes até jocoso, preconizaram os efeitos nefastos do Capitalismo Tardio no estado das coisas na atual realidade sócio-política-econômica ocidental. Soma-se a este caldo de cultura seminal, referências aos comix, romances policiais e a música punk. Também integram o projeto a artista e cineasta Luísa Sequeira, o músico Veredas, além de eventuais participações, como o guitarrista e também artista multidisciplinar Victor Torpedo. Nas performances são executadas peças sonoras, leituras, desenhos improvisados e projeções de cinema expandido.


 


INTERVENÇÕES SAMÂNICAS na Casa da Música

 







 

 

https://casadamusica.com/event/fest-press-start/

Animix, dia dedicado ao anime, videojogos e edição independente, integrado no Festival Press Start — Casa da Música.

Tudo começa numa paixão — por um jogo, uma personagem, uma história. No (im)PRESS START, essa paixão ganha papel, tinta e forma. Sama, junto com outros artistas e autores, integra esta mostra de publicações com o livro, OBRIGADO BELPHEGOR e com algumas de suas impactantes impressões...

Na mesma programação, no início da noite ocorrem as INTERVENÇÕES SAMÂNICAS!  


As INTERVENÇÕES SAMÂNICAS  são performances artísticas criadas e protagonizadas por Sama, que contam com a participação do músico David Veredas e da cineasta Luísa Sequeira. O trio também se apresenta como os AYAHUASCA DETECTIVES, nome dado por Sama, inspirado num de seus personagens de Banda Desenhada, o Detetive Ayahuasca. A apresentação remete a um ritual xamânico, mas num contexto experimental e contemporâneo, onde práticas artísticas analógicas misturam-se com procedimentos mais tecnológicos, proporcionando ao espectador uma reflexão sobre a ancestralidade, a nossa condição presente e possíveis especulações futuristas. Durante a performance o público contempla uma assemblagem de procedimentos plásticos como, desenho, pintura, manipulação de objetos, leitura de textos, com musica imersiva e projeções de Cinema Expandido.

OBRIGADO BELPHEGOR - Um conto samânico...




Sinopse:
 
Num isolado motel no litoral brasileiro, um estranho acontecimento dá origem a mais um enigmático caso para Toni Jagube, o detetive do oculto. Em Obrigado Belphegor, as suas peculiares capacidades de investigação aliam-se às visões despertadas pela ayahuasca, levando-o a enfrentar um mistério onde o sobrenatural e a realidade parecem confundir-se.













 

OBRIGADO BELPHEGOR por Sama






 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado Belphegor é o título que inaugura a nova série de livros independentes de Sama.

As histórias coexistem num mesmo universo, e dialogam com obras anteriores de Sama, onde poderemos reencontrar personagens como Toni Jagube, o Detective Ayahuasca, o jornalista Samaro Santos da série "Motel Sama" exibida no Canal Brasil, a sobrenatural Tranzomba Divina entre outros... Além de novos cenários e novas personagens numa extensão do que poderíamos chamar de "Samaverso".  As narrativas de ficção especulativa mesclam temáticas de horror com o género policial, luta de classes, erotismo e misticismo num tom Neo-Noir Decadentista contemporâneo.  

O INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO é o título de uma exposição do duo de artistas, Sama & Luísa Sequeira, que ocupou a Galeria Porto ao Porto no decorrer de Novembro de 2025 na cidade do Porto em Portugal. A exposição teve a curadoria de Fabiano Fernandes e da Oficina Imperfeita. “Inventário do Fim do Mundo” é uma alegoria ao fim do mundo, nos parâmetros ocidentais que nós conhecíamos até então, pois, segundo os próprios artistas, sob a força dos recentes factos e eventos sócio-políticos-econômicos da história, chegamos a um ponto de ruptura irreversível. 

 

INVENTÁRIO DO FIM DO MUNDO

 A miscelânea de linguagens e suportes das obras, mostram ao público as possibilidades e o poder crítico da Arte Contemporânea, quando aplicados por artistas engajados sobre as questões de seu tempo. Na exposição podemos contemplar desenhos, pinturas, objectos, instalações e vídeos, que ao longo dos anos vieram a construir um corpo de trabalho, tanto coletivo como individual, de obras artísticas que diferem-se nas questões formais, mas se encaixam na definição de anti-hegemônicas.

Nesta ocupação da Galeria FFAC (@_portoaoporto), o público contemplou uma exposição que foi composta na sua maior parte, por trabalhos inéditos da dupla, Sama & Luísa Sequeira, onde encontramos referências ao Cinema B, à Política, às Distopias da Ficção Científica, BDs etc… Temas caros a ambos os artistas, que vão da observação crítica e poética da realidade quotidiana, como as emergências de Estados Policiais para qual rumamos, a perda de direitos sociais adquiridos, até os cenários de conflitos reais que estão a ocorrer como Palestina e Ucrânia, além dos latentes cenários de tensão na Venezuela e Taiwan. Há na exposição uma denúncia, e ao mesmo tempo, um convite à reflexão sobre o mal-estar geral deste primeiro quarto de século XXI no Norte Global. Parte das obras da exposição nos são apresentadas como uma releitura de referências à Cultura Pop, mas não num aspecto nostálgico, mas sim de uma forma mais ácida e demolidora, expondo os efeitos das tendências tecno-neoliberais, que aceleram o colapso ambiental e o declínio do modo de vida ocidental. Entretanto, há espaço para um vislumbre de esperança, numa reverência ao sagrado feminino e a nossa ancestralidade comum.

Luísa Sequeira nasceu em Portugal. É realizadora, artista visual e curadora de cinema. Transita em diferentes plataformas; vídeo, filme, teatro, fotografia e colagem, explorando as fronteiras entre o digital e o analógico. Tem uma especialização em realização de documentários e um doutoramento em Arte dos Media. 

Sama (Eduardo Felipe Dutra) é um artista brasileiro que vive e trabalha em Portugal. Integrou a geração 2000 da Escola de Artes Visuais do Parque Lage no Rio de Janeiro. Sua produção constitui um “Atlas”, que se desdobra por linguagens e dispositivos como: Desenho, Pintura, Escrita, Colagem, Performance, Objeto, Teatro, Arte Sonora, Comix e Cinema Experimental. Seu interesse é referente ao impacto da cultura de massas na poética contemporânea, mas a partir de um ponto de vista periférico e anticolonial. Sama integrou exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Lisboa, Porto, Beja, Londres, Mindelo e Viena. Participou em várias bienais, entre elas; a I e a II Bienal Internacional de Histórias em Quadrinhos do Rio de Janeiro, sob o nome "Eduardo Felipe", e as: Bienal de Arte Contemporânea de Gaia e Bienal Internacional de Arte de Cerveira, sob o pseudônimo, "Sama".

 

BAD CINEMA

















BAD CINEMA no MATE Festival...


BAD CINEMA é um projeto transdisciplinar idealizado pelo 
artista Sama, que se apresenta para o grande público no 
âmbito do Festival MATE em Coimbra. Nesta ação artística
híbrida que é apresentada em variados suportes, vídeos,  
desenhos, música e spoken word, indentificámos referências 
nas produções dos“B Movie”, filmes de baixo orçamento, 
oriundos principalmente dos anos 70 e 80 do século XX, 
que abarcavam géneros diversos como, ficção científica, 
horror, artes-marciais e subgéneros como, sexploitation, 
giallo etc… Filmes, muitos deles assistidos em reprises 
na televisão, que outrora influenciaram o artista, e que, 
de um certo modo distorcido, e às vezes até jocoso, 
preconizaram os efeitos nefastos do Capitalismo 
Tardio no estado das coisas na atual realidade sócio-
política-econômica ocidental. Soma-se a este caldo de 
cultura seminal, referências aos comix, romances policiais
e música punk. Também integram o projeto a artista e 
cineasta Luísa Sequeira, o músico Veredas, além de 
eventuais participações, como o guitarrista e também artista
multidisciplinar Victor Torpedo. Nas performances são 
executadas peças sonoras, leituras, desenhos improvisados
e projeções de cinema expandido.
 
Sobre o conceito, apesar das referências à elementos da 
cultura popular estarem presentes, uma associação direta
desta provocação de Sama com o movimento Pop Art do
anos 60 seria no mínimo equivocada. Considerando que, 
apesar de também conter críticas à cultura de consumo, 
há na proposta original de Sama, uma denúncia que vai 
além, que resulta na demolição, ou reificação destes 
símbolos e ícones da cultura pop, expondo-os como 
agentes a serviço da supremacia anglo-saxã do norte 
global, que não obstante, ruma em ritmo acelerado para 
um estado de falência econômica, moral e cultural. 
Se para Warhol e Lichtenstein, Mickey ou Superman foram
dignos de serem apresentados em museus e espaços de arte, 
com todas as suas cores, romantismo e glamour respectivos, 
para criticar e ao mesmo tempo celebrar a ascensão da classe 
média estadunidense, para Sama, um artista brasileiro que 
cresceu num país capitalista periférico, os mesmos são 
expostos nas suas versões mais ambíguas, primeiro como 
agentes imperialistas e posteriormente, como representantes 
do iminente colapso do poder hegemônico ocidental.

 



O vídeo "ELON" estreia na Mostra FUSO de videoarte, no MAAT em Lisboa, no dia 27 de agosto de 2025


 

Elon é uma obra de videoarte construída com poesia, música, composição visual, arte sonora, espírito crítico e até um pouco de humor ácido que tenta captar o Zeitgeist destes tempos de realidades virtuais, ameaças reais e os seus heróis artificiais.

texto, conceito original e realização: Sama 
voz e guitarra:  Carlos Lopes

Exposição Inventário do Fim do Mundo